quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Saudade de minha quadrilha

NOSSA companhia junina RANCHO DO SABIÁ se prepara para matar SAUDADES
Em alguns momentos tivemos a honra e o prazer de registrar nossa participação, empenho e luta para resgatar nossa cultura e ajudar a colocar os jovens em nosso meio a fim de que, cada um possa oferecer um pouco de si, em nome da RANCHO DO SABIÁ - a nossa quadrilha. 



quarta-feira, 24 de julho de 2013

Momentos da cultura

UMA MOSTRAGEM DA FUNDAÇÃO VALORIZANDO A ARTE E A CULTURA
Contemplando o espaço que nos foi concedido nas festividades do 7 de Setembro em Baraúna de 2011, aproveitamos para mostrar com valor um pouco de uma vontade, bem querer e disposição para elevar nossa arte e a cultura.
Grupos de dança, teatro, cia junina entre outros aspectos que denotam a capacidade dessa equipe comandada pela minha esposa, Graça Barbosa, mesmo titular de uma pasta do Turismo pôde associar o trabalho da Fundação nesse momento único...













História


Morre “Candeeiro”, cabra do bando de Lampião

Do Diário de Pernambuco
Morreu nesta quarta-feira (24), o último cangaceiro do bando de Lampião: Manoel Dantas Loiola, de 97 anos, mais conhecido como “Candeeiro”.
Ele faleceu na madrugada de hoje no Hospital Memorial de Arcoverde, onde estava internado desde a semana passada, após sofrer um derrame.
Candeeiro: tiro e fuga
O sepultamento está marcado para as 16h, no cemitério da cidade de Buíque.
Pernambucano de Buíque (a 258 quilômetros do Recife), Manoel ingressou no bando de Lampião em 1937, mas afirmava que foi por acidente. Trabalhava em uma fazenda em Alagoas quando um grupo de homens ligados ao famoso bandido chegou ao local.
Pouco tempo depois, a propriedade ficou cercada por uma volante e ele preferiu seguir com os bandidos para não ser morto. No final da vida, atuava como comerciante aposentado na vila São Domingos, distrito de sua cidade natal.
Atendia pelo nome de batismo, Manoel Dantas Loyola, ou por outro apelido: “Seu Né”.
Lampião
No primeiro combate com os “macacos”, quando era chamado de Candeeiro, foi ferido na coxa. O buraco de bala foi fechado com farinha peneirada e pimenta.
Teve o primeiro encontro com o chefe na beira do Rio São Francisco, no lado sergipano.
“Lampião não gostava de estar no meio dos cangaceiros, ficava isolado. E ele já sabia que eu estava baleado. Quando soube que eu era de Buíque, comentou, em entrevista concedida ao Diário: ‘Sua cidade me deu um homem valente: Jararaca’”.
Candeeiro dizia que, nos quase dois anos que ficou no bando, tinha a função de entregar as cartas escritas por Lampião exigindo dinheiro de grandes fazendeiros e comerciantes. Sempre retornava com o pedido atendido.
Ele destacou que teve acesso direto ao chefe, chegando a despertar ciúme de Maria Bonita.
Cangaço: sofrimento
Em Angicos (em grota localizada no estado de Sergipe, próxima ao rio São Francisco), comentou que o local não era seguro. Lampião, segundo ele, reuniria os grupos para comunicar que deixaria o cangaço. Estava cansado e preocupado com o fato de que as volantes se deslocavam mais rápido, por causa das estradas, e tinham armamento pesado.
No dia do ataque, já estava acordado e se preparava para urinar quando começou o tiroteio. “Desci atirando, foi bala como o diabo”.
Mesmo ferido no braço direito, conseguiu escapar do cerco. Dias depois, com a promessa de ser não ser morto, entregou-se em Jeremoabo, na Bahia, com o braço na tipóia. Com ele, mais 16 cangaceiros.
Cumprindo dois anos na prisão, o Candeeiro dava novamente lugar ao cidadão Manoel Dantas Loyola.
Sobre a época do cangaço, costumava dizer que foi “história de sofrimento”.

sábado, 20 de julho de 2013

Cultura-Mossoró


Com intuito de valorizar cada vez mais o artista local, a Secretaria de Cultura lança mais um projeto no Corredor Cultural. Denominado de “Sacolão Cultural”, a ideia é reunir a cada sábado no Cafezal do Memorial da Resistência, dois artistas locais que convidarão outros músicos amigos para juntos celebrarem o talento e a versatilidade dos artistas da cidade.
De acordo com o Secretário de Cultura, Gustavo Rosado, o projeto enriquece cada vez mais a cultura local e acaba se tornando mais uma opção para as noites de sábado para os mossoroenses. “O sacolão cultural nasceu da ideia de mostrar a versatilidade dos nossos artistas”, destaca o secretário.
O Sacolão Cultural será realizado a cada sábado no Espaço Cafezal, logo após os recitais que são apresentados por grupos de teatro e dança da cidade, os músicos convidados pela Prefeitura de Mossoró, realizam suas performances musicais encantando as madrugadas mossoroenses.
O Cafezal já é conhecido como um ponto de encontro dos artistas de Mossoró, que compartilham de experiências musicais propiciando grandes momentos para os amantes da música. O Sacolão Cultural foi criado a partir dessa ideia de reunir os músicos locais para compartilhar a boa música para os frequentadores do Corredor Cultural de Mossoró.
Agenda-  Neste sábado, 20, a partir das 22h, os músicos Symara Tâmara, Ewerton Linhares e convidados abrem o projeto trazendo música de qualidade no estilo MPB. No dia 27, é a vez das cantoras Dayane Nunes, Kelly Lira e seus convidados comandarem o mais uma noite de projeto.
SECOM/PMM

sábado, 6 de abril de 2013

3º ANO

RANCHO DO SABIÁ COMPLETA SEU TERCEIRO ANO
Até parece que foi ontem, mas já são três anos de batalha, criatividade e inovação de nossa Cia Junina Rancho do Sabiá que tomou conta dos corações e apaixona as pessoas...
No primeiro ano não foi fácil, mas valeu! Já no ano passado mais um desafio, homenagear o rei do Baião, Luiz Gonzaga.
A cada ano é uma nova história e um novo tempo. A cultura está no nosso sangue, a juventude quer muito mais e assim vamos em frente. Que venham 5, 10, 30 anos...

Cultura cigana

CIA JUNINA VÊM ENSAIANDO SEU NOVO TEMA 
Com a responsabilidade cada vez maior, a Cia Junina Rancho do Sabiá, tem tido todo o cuidado para manter ou até superar as expectativa do público que a cada ano cobra mais...
O tema cigano é defendido pelo seu coordenador, João Paulo e com o aval dos brincantes. 
Uma espécie de saga em cima dos costumes e danças dos ciganos atrelada ao jeito bem nordestino. Júnior e David (coreógrafos) contratados se afoitam em criar uma dança misturada com os embalos de raízes dessas culturas.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Quadrilha

CIA JUNINA Rancho do Sabiá prepara tema para FESTEJOS
O grupo de articulaçao da Cia Junina se reuniu previamente com os cabeças pensantes e definiu que nos próximos dias possa ser escolhido o tema para este ano, e ainda saber quem realmente continuará e quem os novos interessados de se integrarem a quadrilha. 
O passo para esta idealização já foi dado e agora é esperar para ver como sairá o Rancho em 2013.

Resgate

FUNDAÇÃO QUER REVIVER OS TEMPOS DE CARNAVAL TRADICIONAL
Baraúna não tem lá essa tradição de realizar seu Carnaval, mas a bem da verdade, é importante que se resgate um pouco do Carnaval de verdade, com as marchinhas, frevo e as máscaras... 
Pensando dessa forma a Fundação quer dar a sua contribuição para que possamos reviver os bons tempos e trazer as ruas o calor dessa festa.
Uma prévia com escola de samba, frevo e orquestra nas ruas podem mexer com o sentimento de cada baraunense que jamais curtiu tamanha festa.
A data vista como oportuna é a quarta feira da semana que começa a festa de Momo, ou seja, dia 06. 
A equipe da Fundação se reunirá na segunda feira que vem e tratará de arregimentar essa ideia.