quarta-feira, 24 de julho de 2013

Momentos da cultura

UMA MOSTRAGEM DA FUNDAÇÃO VALORIZANDO A ARTE E A CULTURA
Contemplando o espaço que nos foi concedido nas festividades do 7 de Setembro em Baraúna de 2011, aproveitamos para mostrar com valor um pouco de uma vontade, bem querer e disposição para elevar nossa arte e a cultura.
Grupos de dança, teatro, cia junina entre outros aspectos que denotam a capacidade dessa equipe comandada pela minha esposa, Graça Barbosa, mesmo titular de uma pasta do Turismo pôde associar o trabalho da Fundação nesse momento único...













História


Morre “Candeeiro”, cabra do bando de Lampião

Do Diário de Pernambuco
Morreu nesta quarta-feira (24), o último cangaceiro do bando de Lampião: Manoel Dantas Loiola, de 97 anos, mais conhecido como “Candeeiro”.
Ele faleceu na madrugada de hoje no Hospital Memorial de Arcoverde, onde estava internado desde a semana passada, após sofrer um derrame.
Candeeiro: tiro e fuga
O sepultamento está marcado para as 16h, no cemitério da cidade de Buíque.
Pernambucano de Buíque (a 258 quilômetros do Recife), Manoel ingressou no bando de Lampião em 1937, mas afirmava que foi por acidente. Trabalhava em uma fazenda em Alagoas quando um grupo de homens ligados ao famoso bandido chegou ao local.
Pouco tempo depois, a propriedade ficou cercada por uma volante e ele preferiu seguir com os bandidos para não ser morto. No final da vida, atuava como comerciante aposentado na vila São Domingos, distrito de sua cidade natal.
Atendia pelo nome de batismo, Manoel Dantas Loyola, ou por outro apelido: “Seu Né”.
Lampião
No primeiro combate com os “macacos”, quando era chamado de Candeeiro, foi ferido na coxa. O buraco de bala foi fechado com farinha peneirada e pimenta.
Teve o primeiro encontro com o chefe na beira do Rio São Francisco, no lado sergipano.
“Lampião não gostava de estar no meio dos cangaceiros, ficava isolado. E ele já sabia que eu estava baleado. Quando soube que eu era de Buíque, comentou, em entrevista concedida ao Diário: ‘Sua cidade me deu um homem valente: Jararaca’”.
Candeeiro dizia que, nos quase dois anos que ficou no bando, tinha a função de entregar as cartas escritas por Lampião exigindo dinheiro de grandes fazendeiros e comerciantes. Sempre retornava com o pedido atendido.
Ele destacou que teve acesso direto ao chefe, chegando a despertar ciúme de Maria Bonita.
Cangaço: sofrimento
Em Angicos (em grota localizada no estado de Sergipe, próxima ao rio São Francisco), comentou que o local não era seguro. Lampião, segundo ele, reuniria os grupos para comunicar que deixaria o cangaço. Estava cansado e preocupado com o fato de que as volantes se deslocavam mais rápido, por causa das estradas, e tinham armamento pesado.
No dia do ataque, já estava acordado e se preparava para urinar quando começou o tiroteio. “Desci atirando, foi bala como o diabo”.
Mesmo ferido no braço direito, conseguiu escapar do cerco. Dias depois, com a promessa de ser não ser morto, entregou-se em Jeremoabo, na Bahia, com o braço na tipóia. Com ele, mais 16 cangaceiros.
Cumprindo dois anos na prisão, o Candeeiro dava novamente lugar ao cidadão Manoel Dantas Loyola.
Sobre a época do cangaço, costumava dizer que foi “história de sofrimento”.

sábado, 20 de julho de 2013

Cultura-Mossoró


Com intuito de valorizar cada vez mais o artista local, a Secretaria de Cultura lança mais um projeto no Corredor Cultural. Denominado de “Sacolão Cultural”, a ideia é reunir a cada sábado no Cafezal do Memorial da Resistência, dois artistas locais que convidarão outros músicos amigos para juntos celebrarem o talento e a versatilidade dos artistas da cidade.
De acordo com o Secretário de Cultura, Gustavo Rosado, o projeto enriquece cada vez mais a cultura local e acaba se tornando mais uma opção para as noites de sábado para os mossoroenses. “O sacolão cultural nasceu da ideia de mostrar a versatilidade dos nossos artistas”, destaca o secretário.
O Sacolão Cultural será realizado a cada sábado no Espaço Cafezal, logo após os recitais que são apresentados por grupos de teatro e dança da cidade, os músicos convidados pela Prefeitura de Mossoró, realizam suas performances musicais encantando as madrugadas mossoroenses.
O Cafezal já é conhecido como um ponto de encontro dos artistas de Mossoró, que compartilham de experiências musicais propiciando grandes momentos para os amantes da música. O Sacolão Cultural foi criado a partir dessa ideia de reunir os músicos locais para compartilhar a boa música para os frequentadores do Corredor Cultural de Mossoró.
Agenda-  Neste sábado, 20, a partir das 22h, os músicos Symara Tâmara, Ewerton Linhares e convidados abrem o projeto trazendo música de qualidade no estilo MPB. No dia 27, é a vez das cantoras Dayane Nunes, Kelly Lira e seus convidados comandarem o mais uma noite de projeto.
SECOM/PMM